Ed. Virtual- JUNHO / JULHO 2010     

 
 
 

Faltam argumentos

 

Plenária do CONECEF diz não à estranha proposta da ANAPHAB

 

Enquanto a resolução sobre a importância da migração da PREVHAB para a FUNCEF, apresentada pela Diretoria da ASASBNH/CEF foi aprovada, com sucesso, pelos participantes do 26° CONECEF, outra sobre o mesmo tema defendida por pessoas ligadas à ANAPHAB teve seus argumentos rejeitados por não possuir nenhum respaldo em lei. Além de caminhar para uma direção diferente, a proposta da ANAPHAB defende que os companheiros que têm o patrocínio da CAIXA na FUNCEF migrem para a PREVHAB.

 

A migração para a FUNCEF dos assistidos da PREVHAB está apoiada no Decreto Lei 2291/86 e em duas Medidas Provisórias. Já a tese apresentada pela ANAPHB sequer tem algum argumento jurídico.

Outra berrante diferença é que o Fundo de Previdência da CAIXA desconta apenas 1% de sua CPA e que o herdeiro essencial tem direito a 80% da CPA do titular. Já o fundo dos ex-funcionários do BNH desconta, mensalmente, 7% da CPA e o herdeiro só receberá 60% da CPA como pensão.

Vale recordar ainda que, com o surgimento do Plano Plenus, os associados da PREVHAB foram transformados em patrocinadores/patrocinados em um Fundo de autopatrocínio, sendo assim, responsáveis com seus bens pessoais no caso de o Fundo tornar-se deficitário.

Enquanto diversos assistidos da PREVHAB já demonstraram interesse, até judicialmente,em migrar para a FUNCEF, não há nenhum registro de assistidos do fundo de pensão da CAIXA desejando migrar para a PREVHAB.

Para a Diretoria da ASAS/BNHCEF, essa proposta da ANAPHAB visava apenas criar impasse numa causa que se arrasta, introduzindo uma discussão sem nenhuma lógica ou amparo legal, isto é: a “reciprocidade”, que é uma alegação sem base, cujo objetivo era tumultuar a migração para a FUNCEF.